<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/2.2" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>Lanali</title>
	<link>http://www.lanali.com.br</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:03:21 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.2</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>MAPA propõe normas para produção orgânica</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/mapa-propoe-normas-para-producao-organica/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/mapa-propoe-normas-para-producao-organica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/05/16/mapa-propoe-normas-para-producao-organica/</guid>
		<description><![CDATA[Através da Portaria nº 411/08, publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União, o Ministério da Agricultura submete a consulta pública, pelo prazo de 30 dias, Projeto de Instrução Normativa visando ao estabelecimento de normas relativas às Boas Práticas na Produção Orgânica e que visam a complementar a regulamentação da Lei nº 10.831, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Através da Portaria nº 411/08, publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União, o Ministério da Agricultura submete a consulta pública, pelo prazo de 30 dias, Projeto de Instrução Normativa visando ao estabelecimento de normas relativas às Boas Práticas na Produção Orgânica e que visam a complementar a regulamentação da Lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003.<br />
De acordo com a Portaria, o objetivo da consulta pública “é permitir a ampla divulgação do projeto de Instrução Normativa, para receber sugestões de órgãos, entidades ou pessoas interessadas, a serem avaliadas por 4 Grupos de Trabalho (GT), considerando o tema específico de cada GT (Produção Animal, Produção Vegetal, Processamento e Mecanismos de Garantia e Informação da Qualidade Orgânica), compostos de seis membros cada, sendo quatro pertencentes à rede de produção orgânica indicados pela Câmara Setorial da Agricultura Orgânica e dois da Coordenação de Agroecologia - COAGRE/CGDS/DEPROS/SDC/MAPA”.<br />
Um “Manual de Boas Práticas da Produção Orgânica Animal” integra, como anexo, a Instrução Normativa sob consulta. Outro anexo enfoca, especificamente, as boas práticas de processamento, armazenamento, transporte e manipulação de produtos orgânicos.<br />
Na mesma edição do Diário Oficial da União, o MAPA submete a consulta pública proposta tratando das Comissões da Produção Orgânica, a serem implantadas em cada unidade da Federação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/mapa-propoe-normas-para-producao-organica/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Influenza Aviária pode ter se tornado endêmica na Coréia do Sul</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/influenza-aviaria-pode-ter-se-tornado-endemica-na-coreia-do-sul/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/influenza-aviaria-pode-ter-se-tornado-endemica-na-coreia-do-sul/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/05/16/influenza-aviaria-pode-ter-se-tornado-endemica-na-coreia-do-sul/</guid>
		<description><![CDATA[Primeiro país do mundo a notificar a presença do vírus H5N1 em seu território no atual surto (dezembro de 2003) e revelando eficiência ímpar na eliminação do problema (em pouco mais de 90 dias o surto estava debelado), a Coréia do Sul parece estar às voltas com uma questão ainda maior: segundo alguns pesquisadores, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro país do mundo a notificar a presença do vírus H5N1 em seu território no atual surto (dezembro de 2003) e revelando eficiência ímpar na eliminação do problema (em pouco mais de 90 dias o surto estava debelado), a Coréia do Sul parece estar às voltas com uma questão ainda maior: segundo alguns pesquisadores, a Influenza Aviária pode ter se tornado endêmica entre as aves silvestres do país, algo que, se for confirmado, vai obrigar as autoridades sanitárias locais a manter rigorosos programas de prevenção e controle durante todo o ano e não apenas nos períodos de migração dessas aves, como vem sendo feito desde 2003.<br />
Mesmo depois de controlado o primeiro caso, há cerca de quatro anos, a Coréia do Sul voltou a registrar outros focos de Influenza Aviária, todos neutralizados com relativa rapidez. Mas o surto mais recente está sendo diferente, pois, a despeito das severas medidas de isolamento e desinfecção e do sacrifício sanitário de mais de sete milhões de aves, o vírus continua se disseminando e, em poucos mais de um mês, marca presença em, praticamente, todo o país. Os mais novos registros ocorreram na capital, Seul, onde já foi determinada a eliminação de toda e qualquer ave doméstica e proibida a entrada de aves vivas de todas as espécies.<br />
Conforme autoridades locais, no espaço de seis semanas foram identificados 35 diferentes focos da doença, em oposição a apenas sete focos ocorridos num espaço de 100 dias entre 2006 e 2007. Em 2003, quando foram registrados os primeiros casos, 19 granjas foram atingidas em cerca de 100 dias, mas as medidas de controle então adotadas conseguiram circunscrever com relativa rapidez os focos detectados. Porém, a grande diferença entre os casos anteriores e os atuais é que aqueles ocorreram em pleno inverno, estação em que a Coréia do Sul recebe aves migratórias vindas da Rússia e da China. Agora, o problema ocorre na primavera e se dissemina com um velocidade surpreendente, sobretudo se considerado que as aves migratórias já retornaram a seus pontos de origem.<br />
Mas o desafio não está restrito apenas às autoridades envolvidas com a saúde animal e pública: alcança também a avicultura sul-coreana, às voltas com uma insuperável queda no consumo de produtos avícolas. Daí a coalizão, pela primeira vez na história do setor, de nove diferentes entidades de classe – como a Associação Coreana de Avicultura, Associação Coreana de Criadores de Patos e Associação Coreana de Distribuidores de Ovos. Elas criaram um Conselho de Desenvolvimento da Indústria Avícola cujos objetivos mais imediatos são promover o consumo seguro de produtos avícolas e esclarecer a opinião pública acerca de conceitos equivocados em torno da Influenza Aviária.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/influenza-aviaria-pode-ter-se-tornado-endemica-na-coreia-do-sul/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Carne de frango: efeitos da reabertura da UE aos EUA</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/carne-de-frango-efeitos-da-reabertura-da-ue-aos-eua/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/carne-de-frango-efeitos-da-reabertura-da-ue-aos-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/05/16/carne-de-frango-efeitos-da-reabertura-da-ue-aos-eua/</guid>
		<description><![CDATA[Muitas discussões serão travadas até que os 27 integrantes da União Européia cheguem a um consenso sobre a reabertura do mercado local às carnes avícolas norte-americanas, barradas no bloco há 11 anos, ou seja, desde 1996-97. Mas a partir do momento em que o próprio braço executivo do órgão, a Comissão Européia, propõe essa reabertura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas discussões serão travadas até que os 27 integrantes da União Européia cheguem a um consenso sobre a reabertura do mercado local às carnes avícolas norte-americanas, barradas no bloco há 11 anos, ou seja, desde 1996-97. Mas a partir do momento em que o próprio braço executivo do órgão, a Comissão Européia, propõe essa reabertura para grandes fornecedores do bloco europeu – caso, especialmente, de Brasil e Tailândia – levantam, de imediato, uma mesma indagação: o que vai sobrar para nós?<br />
Como é impossível prever o que pode acontecer, vale dar uma espiada no comportamento das exportações de carne de frango dos EUA para a União Européia nos últimos 19 anos, ou seja, desde 1989 até 2007 – o que engloba também o período pré-embargo.<br />
Pelos dados do USDA, observa-se que as exportações dos EUA para a UE tiveram rapidíssima evolução no início dos anos 1990. Assim, enquanto em 1989 representaram pouco mais de 2% das exportações totais norte-americanas, em 1992-93 já haviam chegado a 12%. E embora essa participação decrescesse nos anos subseqüentes, o volume continuou aumentando. Foi de cerca de 23 mil toneladas em 1991; ficou próximo das 150 mil toneladas (mais de 500% de expansão) em 1995. E aí, provavelmente, está a raiz do embargo europeu – não, exatamente, o método norte-americano (considerado pouco ortodoxo) de higienização de carcaças.<br />
À primeira vista, porém, o embargo não teve qualquer efeito, visto que as importações européias continuaram aumentando. Mas não foi bem assim. Em 1999, por exemplo -quando a quantidade importada chegou ao volume recorde de 233 mil toneladas – quem puxou essas importações foi a Estônia, responsável por 65% do total importado pela UE naquele ano. Só que, à época, a Estônia ainda não integrava a União Européia, o que só ocorreria em 2004. Já o crescimento observado em anos mais recentes (2003, 2004 e 2005, por exemplo) é ocasionado por outro país báltico, a Lituânia.<br />
Mas, em resumo, o embargo vem funcionando, sim. Tanto que, descontadas as importações dos países bálticos, o volume total importado por outros países da UE não chegou às 3 mil toneladas. Ou seja: são volumes marginais, eventualmente destinadas a representações norte-americanas na Europa, como corpo diplomático, militares, etc.<br />
Porém, a questão principal ainda não foi respondida: o que sobrará para os demais exportadores se ocorrer, efetivamente, a reabertura do mercado europeu à carne de frango norte-americana? Aparentemente, ainda que um novo fornecedor participe do processo, o protecionismo europeu não será abandonado. Assim, a luta dos EUA para entrar com seu frango na União Européia deve prosseguir.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/05/16/carne-de-frango-efeitos-da-reabertura-da-ue-aos-eua/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Alta de grãos leva Tyson ao primeiro prejuízo em 18 meses</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/04/30/alta-de-graos-leva-tyson-ao-primeiro-prejuizo-em-18-meses/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/04/30/alta-de-graos-leva-tyson-ao-primeiro-prejuizo-em-18-meses/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 12:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/04/30/alta-de-graos-leva-tyson-ao-primeiro-prejuizo-em-18-meses/</guid>
		<description><![CDATA[A Tyson Foods, segunda maior produtora de aves para consumo dos EUA, informou seu primeiro prejuízo em seis trimestres, devido à alta nos preços do milho e da soja, que aumentaram o custo de alimentar os frangos.
A perda líquida de US$ 5 milhões entre janeiro e março contrasta com o lucro de US$ 68 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Tyson Foods, segunda maior produtora de aves para consumo dos EUA, informou seu primeiro prejuízo em seis trimestres, devido à alta nos preços do milho e da soja, que aumentaram o custo de alimentar os frangos.<br />
A perda líquida de US$ 5 milhões entre janeiro e março contrasta com o lucro de US$ 68 milhões do mesmo período em 2007, disse a empresa em nota. As vendas cresceram 1,7%, para US$ 6,61 bilhões.<br />
O principal executivo, Richard Bond, não conseguiu elevar os preços o suficiente para compensar a alta com o alimento dos animais.<br />
A unidade de frango da Tyson, que foi a que mais contribuiu para o lucro do ano passado, teve perda operacional de US$ 61 milhões, a primeira em sete trimestres. Os aumentos nos preços podem responder por parte da alta de US$ 100 milhões nos custos dos grãos no atual trimestre, segundo a Tyson.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/04/30/alta-de-graos-leva-tyson-ao-primeiro-prejuizo-em-18-meses/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Sadia e Kraft viram parceiras em empresa com foco em queijos</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/04/30/sadia-e-kraft-viram-parceiras-em-empresa-com-foco-em-queijos/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/04/30/sadia-e-kraft-viram-parceiras-em-empresa-com-foco-em-queijos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 12:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/04/30/sadia-e-kraft-viram-parceiras-em-empresa-com-foco-em-queijos/</guid>
		<description><![CDATA[A Sadia e a Kraft Foods anunciaram ontem a criação de uma joint venture que comercializará produtos refrigerados, como queijos processados. Localizada em Curitiba, a empresa terá 51% de seu capital nas mãos da Kraft, 49% na da Sadia e terá administração e governança corporativa próprias.
A joint venture, cujo nome ainda não foi definido, receberá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Sadia e a Kraft Foods anunciaram ontem a criação de uma joint venture que comercializará produtos refrigerados, como queijos processados. Localizada em Curitiba, a empresa terá 51% de seu capital nas mãos da Kraft, 49% na da Sadia e terá administração e governança corporativa próprias.<br />
A joint venture, cujo nome ainda não foi definido, receberá investimentos de R$ 30 milhões. Tanto Kraft quanto Sadia continuarão com suas produções -no caso da Sadia, terceirizada. Já o sistema de vendas e a distribuição ficarão a cargo da Sadia.<br />
&#8220;Somos relativamente pequenos nessa área e temos uma oportunidade tremenda de crescimento na parceria com a Sadia&#8221;, afirma Mark Clouse, presidente da Kraft Foods no Brasil. &#8220;Estaremos focados na área de queijos, mas investiremos no desenvolvimento de produtos. Futuramente, a parceria poderá se expandir a outras áreas.&#8221;<br />
Kraft e Sadia esperam faturar R$ 40 milhões com a joint venture no primeiro ano e chegar a R$ 300 milhões em cinco anos.<br />
Isso porque o mercado de queijos está entre os que mais crescem no país. O setor movimenta R$ 8 bilhões anualmente, dos quais cerca de 20% ou R$ 1,5 bilhão são relativos às vendas de queijos processados. Segundo a consultoria Euromonitor, esse mercado tem crescido 5% ao ano nos últimos anos.<br />
&#8220;A parceria tem uma complementaridade muito grande&#8221;, afirma Eduardo D&#8217;Ávila, vice-presidente do conselho da Sadia. &#8220;A marca Philadelphia, da Kraft, é muito conceituada e, com nossa rede de distribuição, terá um alcance mais amplo do que hoje.&#8221; Segundo D&#8217;Ávila, a joint venture é restrita ao Brasil. &#8220;Mas as duas empresas são muito grandes e têm interesses em diferentes países&#8221;, diz.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/04/30/sadia-e-kraft-viram-parceiras-em-empresa-com-foco-em-queijos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Em março, volume de carne de frango ficou apenas 2% abaixo de dezembro</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/em-marco-volume-de-carne-de-frango-ficou-apenas-2-abaixo-de-dezembro/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/em-marco-volume-de-carne-de-frango-ficou-apenas-2-abaixo-de-dezembro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 14:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/04/29/em-marco-volume-de-carne-de-frango-ficou-apenas-2-abaixo-de-dezembro/</guid>
		<description><![CDATA[Dados da APINCO apontam que em março de 2008 foram produzidas no Brasil 926,5 mil toneladas de carne de frango, volume 9,81% superior ao registrada um ano antes, em março de 2008. Em relação a fevereiro de 2008 foi registrada, em valores nominais, expansão de, praticamente, 7%. Mas em termos relativos (número de dias de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados da APINCO apontam que em março de 2008 foram produzidas no Brasil 926,5 mil toneladas de carne de frango, volume 9,81% superior ao registrada um ano antes, em março de 2008. Em relação a fevereiro de 2008 foi registrada, em valores nominais, expansão de, praticamente, 7%. Mas em termos relativos (número de dias de um e outro mês) o incremento foi quase nulo (menos de 0,1% de variação).<br />
Mesmo essa aparente estabilidade não esconde que a produção do trimestre inicial do ano foi continuamente crescente e, sem dúvida, excessiva para o período, reconhecido como o de menor consumo de todo o exercício. Assim, o volume produzido em março ficou apenas 2% abaixo do registrado em dezembro/07 – em oposição, o mês de melhor consumo do ano. Para completar (e demonstrar que esse excesso não ficou restrito a um mês) a produção do primeiro trimestre ficou apenas 0,6% abaixo da alcançada no trimestre final de 2007, o mais favorável de todos.<br />
Assim, a produção dos três primeiros meses de 2008 ficou ligeiramente acima dos 2,7 milhões de toneladas de carne de frango, apresentando expansão de 11,74% sobre o mesmo período do ano passado. Alcançou-se, pois, um volume que, projetado para o restante do ano, sugere produção total da ordem de 10,827 milhões de toneladas, 5% a mais que o produzido em 2007.<br />
É bem provável, no entanto, que a produção do exercício não pare por aí - mesmo esperando-se para o segundo trimestre volume menor que o do primeiro. Nos últimos 12 meses, por exemplo, o volume produzido registrou aumento de 13,27%, ficando muito próximo dos 10,6 milhões de toneladas. E se esse índice de expansão se mantiver na média do ano, a produção de 2008 pode chegar aos 11,6 milhões de toneladas.</p>
<p><img src="http://www.lanali.com.br/wp-content/graf14.gif" alt="graf14.gif" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/em-marco-volume-de-carne-de-frango-ficou-apenas-2-abaixo-de-dezembro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Questão da hidratação solicita participação do setor exportador</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/questao-da-hidratacao-solicita-participacao-do-setor-exportador/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/questao-da-hidratacao-solicita-participacao-do-setor-exportador/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 14:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/04/29/questao-da-hidratacao-solicita-participacao-do-setor-exportador/</guid>
		<description><![CDATA[Referindo-se a matéria jornalística que trata dos problemas brasileiros com a exportação da carne bovina, o executivo de uma das grandes empresas exportadoras de carne de frango observa que o seu setor – “e não só o Ministério Público” – deveria “entrar de cabeça na luta pelo aperfeiçoamento de toda a legislação referente aos níveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Referindo-se a matéria jornalística que trata dos problemas brasileiros com a exportação da carne bovina, o executivo de uma das grandes empresas exportadoras de carne de frango observa que o seu setor – “e não só o Ministério Público” – deveria “entrar de cabeça na luta pelo aperfeiçoamento de toda a legislação referente aos níveis de hidratação do frango abatido, pois, a qualquer momento, as discussões e desavenças internas podem acabar respingando no produto exportado”.<br />
O texto citado - do jornalista Assis Moreira, que escreve diretamente de Genebra – foi publicado na edição de ontem do jornal Valor Econômico. Nele é observado que um estudo desenvolvido pela assessoria do Parlamento Europeu estima que “mais de metade da produção [de carne bovina] abatida [no Brasil] não cumpre as condições sanitárias exigidas, sendo assim encaminhada para o mercado interno. E esta situação – conclui o texto – “sugere a possibilidade de parte da produção poder ser desviada para a exportação, se os sistemas de fiscalização não se mostrarem eficazes”.<br />
“Evidentemente, os fatos estão distorcidos. Isso está claro na afirmação de que mais da metade da nossa produção de carne bovina, a segunda maior do mundo, com mais de 10 milhões de toneladas, é encaminhada para o mercado interno apenas por não cumprir as condições sanitárias exigidas. Porém, nas disputas comerciais atuais, o que tem prevalecido são as versões, não exatamente os fatos. Ou seja: nada impede que uma falsa versão se volte também contra a avicultura. Imagine-se o que seria das nossas vendas externas de frango se alguém cismar de dizer que a burla nos índices de hidratação pode estar ocorrendo também no produto exportado”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/questao-da-hidratacao-solicita-participacao-do-setor-exportador/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Missão da OIE está no Brasil para avaliar Projeto de Compartimentação</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/missao-da-oie-esta-no-brasil-para-avaliar-projeto-de-compartimentacao/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/missao-da-oie-esta-no-brasil-para-avaliar-projeto-de-compartimentacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 14:48:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/04/29/missao-da-oie-esta-no-brasil-para-avaliar-projeto-de-compartimentacao/</guid>
		<description><![CDATA[Chegou no último domingo ao Brasil, onde permanece até o final de semana, missão especial enviada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para avaliar o Projeto de Compartimentação sanitária do setor avícola, proposto oficialmente àquele órgão pelo Ministério da Agricultura e pela avicultura brasileira. Integram a missão os médicos veterinários Alejandro Thiermann, presidente do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou no último domingo ao Brasil, onde permanece até o final de semana, missão especial enviada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para avaliar o Projeto de Compartimentação sanitária do setor avícola, proposto oficialmente àquele órgão pelo Ministério da Agricultura e pela avicultura brasileira. Integram a missão os médicos veterinários Alejandro Thiermann, presidente do Comitê responsável pelo Código Sanitário de Animais Terrestres da OIE, e Gaston Funes, diretor da Organização.<br />
A vinda ao Brasil dos dois técnicos da OIE tem um significado mais amplo que o da simples avaliação do Projeto. Pois significa, também, que a entidade mundial de saúde animal aceitou oficialmente a proposta brasileira de execução de um plano-piloto de compartimentação (estratégia prevista no Código Sanitário do órgão, mas ainda não testada em nenhum país do mundo). Dentro desse objetivo, os dois técnicos enviados ao Brasil atuam também como consultores do Projeto.<br />
Vencida essa fase e acertadas as eventuais arestas existentes, o Projeto será enviado também ao STDF (Standards and Trade Development Facility), órgão multi-organizacional ligado à Organização Mundial do Comércio (OMC) que além de estimular ações de cooperação entre órgãos técnicos, tem entre outros objetivos mobilizar a captação de fundos. Isso quer dizer que o Projeto brasileiro pode receber financiamento de instituições internacionais como o Banco Mundial.<br />
Na visita atual, a missão da OIE vai avaliar algo mais que os dois compartimentos originalmente propostos. Porque – explica o Prof. Dr. Ariel Antonio Mendes, Vice-Presidente Técnico-Científico da UBA – a proposta inicial de compartimentação evoluiu e redundou na apresentação de dois projetos distintos compreendendo quatro compartimentos: o primeiro projeto é o previsto na proposta inicial e está sendo implantado em área cujo desafio sanitário é menor, ou seja, no Centro-Oeste. Envolve dois compartimentos: o da Perdigão, em Rio Verde (GO); e o da Sadia, em Lucas do Rio Verde (MT). Já o segundo projeto é o mais desafiante, pois proposto para uma área com altíssima densidade de aves e, portanto, com desafio sanitário elevado. São, igualmente, dois compartimentos do gênero, um compreendendo instalações da Seara em São Miguel do Oeste (SC) e o outro abrangendo instalações da Perdigão e da Doux em Passo Fundo (RS).<br />
A missão, que iniciou seus trabalhos ontem, está sendo ciceroneada pelo Vice-Presidente Técnico-Científico da UBA e, representando o Ministério da Agricultura, pelo médico veterinário Marcelo Mota. Integram ainda a comitiva representantes das quatro empresas que compõem os compartimentos propostos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/04/29/missao-da-oie-esta-no-brasil-para-avaliar-projeto-de-compartimentacao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>União Européia aprova a compra da Stork pela Marel</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/04/28/uniao-europeia-aprova-a-compra-da-stork-pela-marel/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/04/28/uniao-europeia-aprova-a-compra-da-stork-pela-marel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 12:23:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/04/28/uniao-europeia-aprova-a-compra-da-stork-pela-marel/</guid>
		<description><![CDATA[Autoridades européias de defesa da livre concorrência aprovaram, nesta semana, a compra da Stork Food Systems pela islandesa Marel Food Systems, o que significa caminho livre para a criação de uma das maiores (senão maior) empresas mundiais voltadas à produção de equipamentos para o abate e processamento de aves e de outros animais.
Nascida a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autoridades européias de defesa da livre concorrência aprovaram, nesta semana, a compra da Stork Food Systems pela islandesa Marel Food Systems, o que significa caminho livre para a criação de uma das maiores (senão maior) empresas mundiais voltadas à produção de equipamentos para o abate e processamento de aves e de outros animais.<br />
Nascida a partir de um pequeno projeto de engenheiros da Universidade da Islândia – que buscavam desenvolver equipamentos para o processamento de produtos da pesca – a Marel foi criada em 1983 e logo estendeu suas atividades para outras áreas do processamento de alimentos. Há cerca de dois anos (2006) adquiriu a dinamarquesa Scanvaegt, uma das mais tradicionais marcas mundiais de equipamentos de abate e processamento de aves.<br />
Com a aquisição da Stork, a Marel passa a contar com um quadro de cerca de quatro mil funcionários e a contar com um movimento anual da ordem de 660 milhões de euros. Ambas já estão presentes no Brasil, a Stork com sede em Piracicaba (SP) e a Marel com unidade em Curitiba (PR). Mas, segunda a Marel, por ora nada se altera, cada empresa seguindo sua rotina normal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/04/28/uniao-europeia-aprova-a-compra-da-stork-pela-marel/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Cresce a popularidade do frango e chineses demandam mais produto</title>
		<link>http://www.lanali.com.br/2008/04/28/cresce-a-popularidade-do-frango-e-chineses-demandam-mais-produto/</link>
		<comments>http://www.lanali.com.br/2008/04/28/cresce-a-popularidade-do-frango-e-chineses-demandam-mais-produto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 12:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.lanali.com.br/2008/04/28/cresce-a-popularidade-do-frango-e-chineses-demandam-mais-produto/</guid>
		<description><![CDATA[Avaliando a potencialidade do mercado chinês para a carne de frango, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) observa que ela representa a proteína de origem animal com maior incremento de consumo no país.
Em 1984, diz o USDA, o consumo per capita da carne de frango entre os chineses não passava de 1,13 kg. Pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Avaliando a potencialidade do mercado chinês para a carne de frango, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) observa que ela representa a proteína de origem animal com maior incremento de consumo no país.<br />
Em 1984, diz o USDA, o consumo per capita da carne de frango entre os chineses não passava de 1,13 kg. Pouco mais de duas décadas depois (2006), chegou aos 11,2 kg, condição que fez do produto a segunda carne consumida no país, atrás apenas da carne suína, ainda hoje numa posição insuperável.<br />
Mesmo assim, a carne suína vem perdendo espaço. Razões sanitárias, principalmente, fizeram com que nos dois últimos anos sua produção retrocedesse mais de 8%. Com isso, ainda que as exportações sofressem um recuo de quase 40% e as importações aumentassem mais de 130%, a oferta interna recuou perto de 8% - o que, numa população de 1,3 bilhão de habitantes, faz significativa diferença.<br />
As já conhecidas vantagens da carne de frango (na produção, na conversão alimentar, na rapidez de produção, entre outros itens favoráveis) estão entre os impulsionadores da busca crescente pelo produto. Mas, cita o USDA, projeções locais estimam que só nos últimos 10 anos o consumo interno aumentou mais de 20% em função, apenas, da rápida e generalizada disseminação, por todo o país, dos restaurantes de fast food.<br />
Em decorrência, ainda que (por exemplo) a produção de carne de frango tenha aumentado mais de 20% nos últimos dois anos e as importações tenham experimentado um incremento de 75%, a oferta interna (que cresceu 22% no biênio) continua insuficiente para atender a demanda.<br />
Note-se que o aumento de produção previsto para 2008 pode não se concretizar devido não só aos altos custos das matérias-primas para rações, da eletricidade e dos combustíveis, mas também pela carência de mão de obra, em função do êxodo rural para os grandes centros urbanos do país – um fenômeno social que transforma produtores em novos consumidores.<br />
Isso já ocorreu no Brasil e foi o que impulsionou o setor avícola, fazendo-o superar (em produção e exportação) a carne bovina. Na China o processo tende a ser diferente, pois são escassas as matérias-primas para rações, como escassas são as áreas agricultáveis. E isso deve fazer com que a China supere a Rússia e se torne o primeiro importador mundial de carne de frango.</p>
<p><img src="http://www.lanali.com.br/wp-content/graf13.gif" alt="graf13.gif" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.lanali.com.br/2008/04/28/cresce-a-popularidade-do-frango-e-chineses-demandam-mais-produto/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

